terça-feira, 28 de abril de 2009

Créditos Voip - “Fácil, Prático e Rapido”

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sábado, 11 de abril de 2009

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

O EREEAmb – Encontro Regional dos Estudantes de Engenharia Ambiental,


Release


O EREEAmb – Encontro Regional dos Estudantes de Engenharia Ambiental, surgiu da eminente necessidade da difusão de idéias entre os estudantes da região Norte/Nordeste, assim surgindo de uma iniciativa do Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental – CAEAmb – UFAL, também incentivada pela ENEEA – Executiva Nacional dos estudantes de Engenharia Ambiental, logo este encontro inédito será sediado na cidade de Maceió – AL, conhecido como paraíso das águas no período de 11 à 17 de Janeiro de 2009, tendo como tema “O Avanço Tecnológico aplicado ao desenvolvimento sustentável”, contendo a mesma estrutura programática do ENEEAmb e com muitas novidades!

Tema

O Avanço tecnológico aplicado ao desenvolvimento sustentável
Porque do Tema?
No então século XXI, a grande preocupação do mundo é como deve se encaminhar as políticas de sustentabilidade e medidas para diminuir os impactos ao meio ambiente, logo são feitas muitas pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias para preservação do meio, seja o tipo de papel utilizado em sua casa, o carro que você vai ao trabalho até os impactos gerado pelos diversos tipos de indústria.
Por isso se faz a necessidade, dos futuros engenheiros ambientais, terem um contato com essas tecnologias e meios para obtenção das mesmas, como profissionais mais capacitados para atuarem nesta área.


SITE: http://www.ereeamb.com.br

Como Fazer Minha Inscrição

http://www.ereeamb.com.br/?pag=inscricoes

quarta-feira, 26 de março de 2008

Competitividade responsável interessa a todos nós

Por Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental

Como o nome sugere, trata-se de um tipo de competitividade que privilegia o desenvolvimento sustentável, partindo da premissa de que, cada vez mais, os mercados globais recompensarão os modelos de negócio com melhores resultados sociais, ambientais e econômicos. Segundo a AccountAbility, organização inglesa que cunhou a expressão, nações que estimulem práticas comerciais baseadas nesse novo conceito, por meio de políticas públicas, normas sociais e ações de cidadania, certamente obterão sucesso econômico mais consistente.

Competitividade lembra mercado. E mercado remete á noção de lucro. Logo, competitividade responsável é idéia que deriva de uma nova compreensão, por parte dos mercados de que o padrão atual do lucro impaciente, aquele que remunera o investidor no curto prazo, com alta geração de passivo para pessoas (desigualdades, migrações desenfreadas, desrespeito a direitos humanos e corrupção) e meio ambiente (esgotamento de recursos naturais já escassos) chegou a um tal nível de irresponsabilidade que ameaça inviabilizar o que dá sustentação às sociedades. Sem sociedades sustentáveis, os mercados se tornam ilegítimos e enfraquecem.

Para os idealizadores da competitividade responsável, os atuais dilemas sociais como a pobreza, e ambientais, como as mudanças climáticas, representam, mais do que um risco, uma fonte de oportunidades para criação de valor econômico. Sintetizam um novo campo de possibilidades para os negócios que nascerá da capacidade empresarial de inovar em produtos e processos aliada à firmeza de governos na tarefa de criar regulamentações adequadas e encorajar novas formas de colaboração intersetorial.

As projeções são alentadoras. Estima-se que, em 2050, os mercados para tecnologias de baixa emissão de carbono movimentarão U$ 500 bilhões. Garantir, por exemplo, que as mulheres tenham as mesmas oportunidades de trabalho vai gerar U$ 40 bilhões para os países da Ásia e do Pacífico. E adotar práticas de governança e transparência poderá recuperar o prejuízo dos 10% do PIB engolidos todos os anos pela corrupção.

Para definir o nível de competitividade responsável de um país, a AccountAbility criou um índice, a partir de 21 indicadores, divididos em três categorias. Na que se denomina Impulsionadores de Políticas, destacam-se sete medidas relacionadas a políticas públicas que incentivam práticas empresariais responsáveis (tratados ambientais e de direitos trabalhistas, ambiente fiscal, políticas de emprego, empregos para mulheres, regulamentação ambiental e emissão de carbono). A categoria Ação Empresarial compreende sete medidas que se referem a sistemas de gestão focados em governança, preocupações sociais e ambientais (conselhos corporativos, códigos de ética nas empresas, isonomia salarial, padrões de auditoria e contabilidade, treinamento de pessoas, certificações ISO e acidentes de trabalho). Já a de Habilitadores Sociais aborda sete medidas relativas ao ambiente social e político no qual as empresas, governos e organizações da sociedade civil estabelecem cooperação efetiva para a mudança dos mercados (corrupção, engajamento de consumidores, liberdade de imprensa, número de ONGs, liberdades civis e impacto da qualidade do ar e da água para os negócios).

Em pesquisa realizada pela consultoria inglesa, em 2007, com 108 países, o Brasil aparece em na posição de número 56, com (ICR) Índice de Competitividade Responsável de 55. Está literalmente no meio da tabela. Se a amostragem fosse uma classe que tem como melhores alunos a Suécia (ICR de 81.5%), Dinamarca (81), Finlândia (78.7), Islândia (76,7) e Reino Unido (75,8), o Brasil seria um aluno apenas mediano e esforçado. Segundo o estudo que divide os países em quatro clusters (Inovadores, Assertivos, Cumpridores e Iniciantes), figuramos entre os Cumpridores, junto com Índia, México e outras 29 nações que têm avançado na direção de padrões trabalhistas, ambientais e de qualidade internacionais, mas que ainda enfrentam desafios importantes na construção de políticas públicas estimuladoras, na implantação de modelos de gestão socioambientalmente responsáveis e no maior engajamento da sociedade civil.

Aqui, como na maioria dos outros países cumpridores, os governos ainda não se deram conta da importância estratégica da competitividade responsável, muitas corporações seguem apegadas a modelos de negócios perdulários e a sociedade civil não se apercebeu de que esse conceito pode gerar oportunidades de valor não só para empresas mas também pra consumidores e comunidades. Há, portanto, muito trabalho por se fazer.



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* Ricardo Voltolini é publisher da revista Idéia Socioambiental e diretor da consultoria Idéia Sustentável.

(Envolverde/Idéia Socioambiental)

terça-feira, 25 de março de 2008

Atlas mapeia as alterações climáticas no planeta e mostra como enfrentá-las



As primeiras conseqüências das alterações climáticas já podem ser notadas. No Alasca, por exemplo, os moradores já vêem algumas de suas casas derretendo devido a um aquecimento de 4º C. No mundo já se discute como frear estas mudanças para que elas não cheguem a níveis ameaçadores para a vida no planeta.

"O Atlas da Mudança Climática", da Publifolha, apresenta os pontos cruciais que ajudam a entender as causas dessa nova realidade e os possíveis impactos na vida de todos. A publicação é uma fonte valiosa de informação para interessados em questões ambientais, professores, estudantes e responsáveis por políticas públicas e privadas.

O livro trata das conseqüências das mudanças climáticas no futuro próximo, da necessidade de redução da emissão de gás carbônico, além das ações necessárias para evitar catástrofes, entre outras questões.

Ricamente ilustrado com mais de 50 mapas e gráficos, o Atlas traz dados completos de 192 países e apresenta um capítulo especial sobre o Brasil com informações completas sobre as alterações em cada região e discute a participação do país na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e no Protocolo de Kyoto.

O volume também discute as ações públicas e individuais que podem ser tomadas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e as alterações climáticas.

Os autores

Kirstin Dow é professora associada do Departamento de Geografia da University of South Carolina e pesquisadora sênior convidada do Stockholm Environment Institute. Seus temas de pesquisa são sempre relacionados ao clima, à vulnerabilidade, às mudanças ambientais e à sociedade. Ela é conselheira nacional da Association of American Geographers, colaboradora da Millennium Ecosystem Assessment e investigadora-chefe da rede RISA (Regional Integrated Science and Assessment) da NOAA, que pesquisa sobre o clima.

Thomas E. Downing é diretor do Stockholm Environment Institute, Oxford Office, e colaborador visitante da Queen Elizabeth House, University of Oxford. Na ReFoundation de Munique é catedrático em vulnerabilidade social no Instituto para o Meio Ambiente e Segurança Humana das Nações Unidas. Seus temas de pesquisa estão ligados ao clima e à sociedade. Ele integra o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, já dirigiu a Força-Tarefa sobre Vulnerabilidade da International Geographical Union e ainda é conselheiro do Programa de Impactos Ambientais do Comitê para o Desenvolvimento Internacional da Câmara dos Comuns no Reino Unido.


"O Atlas da Mudança Climática"
Autores: Kirstin Dow e Thomas E. Downing
Editora: Publifolha
Páginas: 112
Quanto: R$ 29,90
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou no site da Publifolha


(Mercado Ético)

MMA firma acordo com supermercadistas para reduzir emissões

Por Lucia Leão, do MMA

O Ministério do Meio Ambiente, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava) assinam, no dia 26 de março (quarta-feira), Acordo de Cooperação Técnica com vistas a reduzir a emissão de SDOs (Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio) dos aparelhos de refrigeração utilizados pelos supermercados brasileiros. Estima-se que esses equipamentos sejam responsáveis pelo lançamento de quatro mil toneladas/ano de gases CFCs (clorofluorcarbono) e HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), equivalente a cerca de 40% de toda a emissão desses gases no País. Em termos de efeito estufa, essa quantidade equivale a 7 milhões de toneladas de CO2.

O acordo prevê a difusão de informações para a conscientização dos 74 mil supermercadistas do País para os benefícios ambientais e econômicos da substituição, ou, se não for possível, da boa manutenção dos freezers, refrigeradores, balcões frigoríficos, ar-condicionados e outros aparelhos de tecnologia obsoleta, que ainda utilizam SDOs. "É um jogo de ganha-ganha. As boas práticas de manuseio e a boa manutenção desses equipamentos, além do benefício ambiental da redução do uso de CFCs e HCFCs, reduzem o consumo de energia, um benefício econômico para os empresários", constata o diretor do Departamento de Mudanças Climáticas, Ruy de Goes.

O diretor do MMA também destaca que o acordo prepara o setor supermercadista para o cumprimento do Protocolo de Montreal, através do qual 191 países se comprometeram a abandonar, gradativamente, a utilização de SDOs. Em obediência ao Protocolo, desde o ano passado o Brasil já não importa nem produz CFC e, a partir de 2012, restringirá também o uso do HCFC.

O acordo entre MMA, Abras e Abrava não prevê aporte de recursos, mas ação compartilhada para o levantamento e diagnóstico, planejamento estratégico, assessorias técnicas e programas educativos. A iniciativa visa aumentar a eficiência energética dos equipamentos de refrigeração das lojas, por meio da conscientização e incentivo das Boas Práticas de Uso e Manutenção e, paralelamente, obter a redução gradual da emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera.


(MMA)